As Mulheres Estão Num Beco Sem Saída. É-lhes Dito Que, Em Nome Do Consentimento Sexual E Do Empoderamento Feminista, Devem Proclamar Os Seus Desejos De Forma Clara E Confiante. Sexólogos Dizem-nos Que As Mulheres Não Sabem O Que Querem. E Os Homens Não Se Coíbem De Persuadir As Mulheres De Que O Que Elas Querem É, Afinal, Aquilo Que Eles Querem. Neste Ambiente, Como É Que As Mulheres Podem Saber O Que Querem - E Como É Que Se Pode Esperar Que O Saibam?baseando-se Na Ciência E Na Cultura Popular, Na Pornografia E Na Literatura, Bem Como Nos Debates Em Torno Do Movimento #metoo, Do Consentimento E Do Feminismo, Katherine Angel Desafia Os Nossos Pressupostos Sobre O Desejo Das Mulheres. Porque É Que Se Deve Esperar Que Elas Conheçam Os Seus Desejos, Quando Não Saber O Que Queremos É A Chave Tanto Do Erotismo Como Da Personalidade? Porque É Que As Mulheres Precisam De Saber Exatamente O Que Desejam Para Estarem A Salvo Da Violência Sexual?neste Momento Crucial De Renovada Atenção À Violência E Ao Poder, Angel Exorta-nos A Redefinir O Nosso Pensamento Sobre Sexo, Prazer E Autonomia, Sem Quaisquer Ilusões De Perfeito Autoconhecimento. Só Então Concretizaremos A Promessa Sardónica De Michel Foucault, Em 1976, Segundo A Qual 'amanhã O Sexo Voltará A Ser Bom'.'[amanhã O Sexo Voltará A Ser Bom] Convida-nos A Experienciar Uma Versão Feminista E Adaptada Ao Século Xxi Da Aporia De Freud.'- The New Yorker'uma Das Nossas Escritoras Mais Ousadas, Excitantes E Subtis, Sobre As Complexidades Do Desejo Feminino, Do Prazer, Da Autonomia E Da Imaginação.'- Deborah Levy'requintado [...]. Um Convite Brilhante E De Tirar O Fôlego A Não Virarmos As Costas À Complexidade E À Vulnerabilidade.'- Hannah Dawson