Os “circuitos De Subjetividade”, Que Articulam Concepções De Identidade E Comunidade, Conectam As Fontes Orais A Outros Tipos De Fontes – Incluindo-se Aquelas Que Expressam Ideias E Sentimentos Que As Pessoas Não Conseguem Manifestar Em Palavras. A Natureza Inescapavelmente Dialógica Das Fontes Orais E A Necessidade De Interpretação Dessas Fontes É A Pedra Angular De Circuitos De Subjetividade: História Oral, O Acervo E As Artes. Com Elegância E Originalidade, Richard Cándida Smith Apresenta Ao Leitor Brasileiro Os Resultados De Mais De Duas Décadas De Pesquisas Com Fontes Orais Que Vão Muito Além Da História Oral, E Passam Pela Linguística, Pela Estética E Pela História Da Arte. Diretor Do Regional Oral History Office, Da University Of California, Berkeley, O Historiador Propõe Uma Sólida Reflexão Sobre A Interpretação Das Fontes Orais Como Elemento Inerente À Criação, À Publicação E À Recepção De Entrevistas De História Oral.