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Dicionário Compartilhado

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Descrição do produto

O Livro Dicionário Compartilhado: Um Encontro Entre Escrita, Análise De Discurso E Psicanálise Busca Compreender O Processo De Subjetivação De Sujeitos Adolescentes Pela Produção Do Discurso E Pela Construção De Sentidos, A Partir Da Proposta De Criação De Verbetes, Ilustrados E Musicados, Que Fazem Parte De Um “dicionário Compartilhado”, O Qual Contempla A História Pessoal E Singular De Cada Jovem. A Noção Teórica De Dicionário Compartilhado, Desenvolvida A Partir Desta Obra, Ampara-se Na Noção De “partilha Do Sensível” De Jacques Rancière, Em Que A Partir Desse Lugar O Sujeito Pode Tomar A Palavra, Constituindo Outros Sentidos, Determinando Outra Partilha Do Sensível. O Dicionário Compartilhado Propõe Movimentar A Ideia De Quem Pode Ou Não Ocupar Esse Conjunto Comum Partilhado Em Detrimento Do Espaço E Da Função Que Exerce. Diante Disso, Busco Mostrar, Por Meio Dessa Noção, Que A Exterioridade Legitima Muito Mais Uma Língua Do Que O Seu Regramento, O Seu Controle Ou Busca De Linearidade. Assim, Penso O Dicionário Compartilhado Nesse Entremeio, Entre Aquilo Que É Da Ordem Do Estabilizado E Aquilo Que É Da Ordem Da Variância, Do Deslocamento. Nem Só Um, Nem Só Outro, Mas Entre Os Dois, Entre A Possibilidade De Se Utilizar Dos Sentidos Já-dados E A Possibilidade De Dobrá-los Fazendo-os (re)significar De Outras Formas. É No Jogo Entre As Certezas E O Que Delas Sobra, Seus Restos, Que Se Constitui O Que Denomino Como Dicionário Compartilhado: Lugar Possível De Resistência, De Oposição À Dominação. O Dicionário Compartilhado Expande A Noção De Escrita Para Além Das Palavras, Movimentando A História No Sujeito E O Sujeito Na História. O Rigor Necessário Para A Construção Do Instrumento Linguístico É Substituído Pela Experiência De Uma Emancipação Na/pela Escrita. A Partir Da Elaboração Dos Verbetes Foi Possível Compreender A Produção Escrita-artística Desses Sujeitos, A Fim De Observar Como A Produção Da Linguagem, Enquanto Um Espaço De Produção De Si E De Possibilidade De Subjetivação No Laço Com O Outro, Pode Ser Constitutiva Da Construção Identitária. O Referencial Teórico Que Sustenta Esta Obra É A Teoria Da Análise De Discurso Pechetiana, Em Sua Interface Com A Psicanálise E A Arte.