O Livro, Ao Reconstituir O Cenário Histórico-legislativo Da Tutela Dos Animais No Brasil, Da Época Colonial Até A República, Mostra O Esforço Pioneiro Das Sociedades Protetoras, Os Avanços Trazidos Com A Constituição De 1988, A Luta Pela Criminalização Da Crueldade E As Manifestações Ativistas Do Tempo Presente, Enfatizando Que O Animal – Enquanto Ser Sensível E Possuidor De Interesses – Deve Ser Considerado Por Seu Valor Inerente, Não Pela Utilidade Servil Que Porventura Possa Ter.
em Meio Ao Embate Cultural A Opor Liberdade E Sujeição, Leis E Costumes Perversos, Dignidade E Opressão, Fazia-se Necessário Proteger Os Animais À Luz De Um Paradigma Redentor Capaz De Mostrar Que O Outro, Biologicamente Diferente, Também Merece Ser Tratado Com Respeito.
apesar Dos Avanços E Retrocessos Legislativos, No Século Xxi, Aumentaram As Ações Do Ministério Público E Da Advocacia Animalista, Bem Como As Sentenças Favoráveis Ao Direito Animal, O Que Significa Uma Grata Esperança De Mudar As Coisas.