Do Marico À Chicha: As Mulheres Da Terra Indígena Rio Guaporé Em Defesa Do Corpo-território É Muito Mais Que Uma Contribuição À Geogra?a Brasileira, É Um Convite A Novos Olhares Sobre O Gênero E Uma Imersão No Modo De Vida E Na Cultura Das Mulheres Indígenas Da Amazônia.
fruto De Uma Trajetória De Estudos E Pesquisas De Campo Iniciada Em 2016, Esta Obra Alia Aos Estudos Da Geogra?a De Gênero Os Olhares Das Mulheres Da Terra Indígena Rio Guaporé Sobre A Vida Do E No Território, Suas Conquistas, O Processo Contínuo De Luta E Resistência Feminina, Seus Desa?os, Medos E Anseios Que As Posicionam Em Um Lugar De Reivindicação Por Outros Espaços De Poder E Tomada De Decisão Do Coletivo Indígena.
sob A Perspectiva Dos Estudos Decoloniais, A Obra Discute Temas Delicados Como As Violências Que Alcançam As Mulheres Indígenas Dentro E Fora Do Território E A Luta Travada Por Elas Em Busca De Lugares De Fala E De Representatividade Nos Cenários Políticos.
a Partir Dos Olhares Femininos Sobre O Ciclo Da Vida, A Cultura, As Demandas Do Coletivo Indígena, Os Marcadores De Gênero E A Importância Das Mulheres Para A Manutenção Da Vida E Do Corpo Coletivo Que Habita A Terra Indígena Rio Guaporé, A Defesa Da Terra Se Converte Em Defesa Da Vida Do Corpo-território.
por Esses Motivos, Do Marico À Chicha: As Mulheres Da Terra Indígena Rio Guaporé Em Defesa Do Corpo-território Nos Convida À Desconstrução De Conceitos E Preconceitos Coloniais, Pois Este É Um Livro Escrito Por Mulheres Que Reverberam As Vozes De Outras Mulheres De Culturas, Crenças E Modos De Ver E Compreender O Mundo, E Que Apesar De (r)existirem No Coração Da Floresta Amazônica, Decidiram Lutar E Contar Suas Histórias Por Vontade Própria.