Esta Obra Gira Em Torno não Apenas De Memórias Coletivas, Mas também De Política, De Formas De Poder que Se Perpetuam, De Conflitos E Resistências, de Silêncios E Ausências E De Buscas por Reparação De Violações Cometidas No passado. Atualmente, Mais Do Que Em qualquer Outro Período Da Modernidade, há A Percepção Corrente De Que A memória Coletiva É Construída E Disputada.
inicialmente, As Versões Oficiais Da história E Da Historiografia Profissional foram Contestadas, E A Memória Apareceu associada A Testemunhos E Narrativas autobiográficas Como Contraponto Ao discurso Dominante. Grupos Sociais E diversos Especialistas Procuraram As versões Não Autorizadas Do Passado Como forma De Se Contrapor Ao Discurso Único. A Memória E Diversas Outras Representações Coletivas Passaram, Então, A Ser disputadas Em Meio Às Guerras Culturais.