Como Os Escritores, Tanto Aqueles Que Viveram Na Sua Luz, Ou À Sua Sombra, Viram Machado De Assis Polido, Simpático Até, Sempre A Sorrir, Mas Pouco Íntimo Com Os Íntimos, Machado Em Geral Mascarava Sua Total Descrença, Seus Verdadeiros Sentimentos. Este Livro Reúne Memórias E Visões Que Nos Deixam Ver Um Pouco Do Escritor E Do Homem. Assistimos A Carlos De Laet Presenciando Um Ataque Epilético Em Plena Rua Gonçalves Dias, Conhecemos As Lembranças, Obsessivamente Modestas, De Mário De Alencar, Seu Amigo Nos Últimos Anos, E Vemos Araripe Júnior, Que Acusou A Falta Do Odor Di Femmina Em Sofia Palha, De Quincas Borba, Lembrar-se De Machado Soltando As Rédeas, Num Instante De Raiva Desiludida: Tudo! Meu Amigo, Tudo! Menos Viver Como Um Perpétuo Empulhado! Estes Artigos E Crônicas, E Também Alguns Poemas E Cartas, Reunidos Numa Extensa Pesquisa Realizada Em Arquivos Do Rio E De São Paulo, São Poucos Conhecidos E Difíceis De Localizar. Neste Primeiro Volume, Eles Nos Levam Da Morte Do Escritor Em 1908 Até 1939, O Centenário Do Seu Nascimento, Com Destaque Para Três Artigos Brilhantes De Mário De Andrade, Que, Como Nos Revela Em Carta, Lhe Custaram Muito A Escrever. É Um Livro Indispensável, De Referência Obrigatória E Que Faz Pensar. Não Só Para Entender O Lugar Do Maior Escritor Brasileiro Na Sua Cultura, Mas Para Apreciar O Homem Machado De Assis. - John Gledson