Este Livro Argumenta E Tenta Demonstrar Que Ficar Com O Problema, Evitando O Futurismo, É Algo Bem Mais Sério E Mais Vivaz. Ficar Com O Problema Requer Estabelecer Parentescos Estranhos, Isto É, Precisamos Uns Dos Outros Em Colaborações E Em Combinações Inesperadas, Em Amontoados Quentes De Composto. Devir-com Reciprocamente, Ou Não Devir Em Absoluto. Esse Tipo De Semiótica Material É Sempre Situado, Emaranhado E Mundano, Localizado Em Algum Lugar E Não Em Lugar Algum. Sozinhos, Com Nossos Diferentes Tipos De Especialidade E Experiência, Sabemos Ao Mesmo Tempo Muito E Muito Pouco, E Então Sucumbimos Ao Desespero Ou À Esperança – E Nenhum Dos Dois É Uma Atitude Sensível (ou Sensata). Nem O Desespero Nem A Esperança Estão Sintonizados Com Os Sentidos, Com A Matéria Conscienciosa, Com A Semiótica Material, Com Os Terráqueos Mortais Em Copresença Densa. Nem A Esperança Nem O Desespero Sabem Nos Ensinar “jogos De Figuras De Barbante Com Espécies Companheiras”, Título Do Primeiro Capítulo Deste Livro.
tradução
ana Luiza Braga