A Autora Tem No Rap O Seu Canto De Sereia. Na Literatura, Não Faz Diferente Quando Se Coloca A Captar A Atenção Do Leitor Com Seus Versos, Crônicas, Pensamentos, Devaneios, Desabafos. Sem Cerimônias, Convida Para Seu Íntimo Ao Externar Toda Sorte De Sentimentos E Ideias Que Afloram De Sua Alma. Coloca-se Em Cada Linha. Como A Menina Caiçara Crescida Sob Influência Do Sol, Do Sal, Do Mar. Como A Mulher Que Ama Sem Vergonha, Sem Juizo, Mas Com Amor, Intenso, Não Muito Racional. “quanto Mais Escrevo, Mais Eu Me Descubro. E Quanto Mais Você Me Lê, Mais Você Se Descobre Também”, Afirma. Do “manifesto Salgadista” A “borboletas De Wall Street”, Há Muitas Taz Em Poesia Concreta, Abstrata, Realista, Ora Em Sussurros, Ora Aos Gritos. Ela Escreve, Sobretudo, Para Existir E Resistir.