O Título Desta Publicação É Uma Apropriação Poética De Uma Frase De Krajcberg Proferida Por Ocasião Da Mostra Comemorativa De Seus 90 Anos, No Museu De Arte Contemporânea De Niterói (rj), Entre O Sonho E A Vigília, O Artista Comentou: “sonhei E, Ao Acordar, A Natureza Estava Preta E Branca.”
as Obras Reproduzidas Neste Livro Que Foram Apresentadas Em Mostra Na Pinakotheke São Paulo, Convivem Com Os Registros Do Fotógrafo Luiz Garrido, Que Acompanhou O Artista Ao Longo De Toda Sua Vida. Este Ensaio Fotográfico E O Registro Feito Com Uma Câmera Super 8 (editado Em 2022) Foram Produzidos Em 1996, Em Nova Viçosa, Na Bahia, E Permaneceram Inéditos Até Agora. São Registros De Intimidade Entre Os Amigos, Fruto De Um Olhar Muito Subjetivo Que Se Achegava Do “homem-árvore. Para Krajcberg, O Mais Admirável Procedimento De Garrido Era A Sua Participação De Corpo Inteiro Na Construção Da Imagem.
textos De Marcia Barrozo Do Amaral/amafrans, Max Perlingeiro, Bené Fonteles E Jaider Esbell E Entrevista De Walquíria Prates Com Advânio Lessa. Reproduz Ainda O Manifesto Do Rio Negro Do Naturalismo Integral De Pierre Restany. Nas Palavras De Galciani Neves No Texto De Apresentação: “conviver Coma Obra De Frans Krajcberg E Perceber O Que Dela Emana É Um Convite À Sensibilizaçao, Um Chamado À Luta. Estamos Todes Compartilhando O Mesmo Organismo Terra, Embora O Habitemos De Distintas Maneiras. O Ambiente Limpo, Saudável E Sustentável É Um Direito De Todes. E É Preciso Que Façamos Valer!”.