O Livro Propõe Uma Revisão Dos Fundamentos Do Processo Penal Ao Verticalizar O Estudo Do Fundamento Da Sua Existência, Fazendo Uma Releitura Crítica Da Conhecida Santa Trindade Ação-jurisdição-processo. Para Isso, Analisa As Teorias Da Ação (rectius Acusação) E Respectivas Condições De Sua Admissibilidade, Demonstrando A Inadequação Das Suas Diversas Teorias, Pois Pensadas Para O Processo Civil E Inadequadas Para O Processo Penal, Propondo A Construção De Uma Teoria Da Acusação, Problematiza Sobre O Locus Da Jurisdição Penal, Mostrando A Importância Da Discussão Em Torno Dos Sistemas Processuais Penais (inquisitório, Acusatório E Misto [?]) Para Além Da Reducionista Visão Da Mera Separação Inicial Das Funções, Revisita As Teorias Que Explicam A Natureza Jurídica Do Processo (um Tema Da Maior Relevância Para A Concepção Democrática Ou Autoritária De Um Processo Penal), Expondo As Posições De Bülow, Desconstruindo-as A Seguir Com A Teoria De Goldschmidt, Até Chegar Ao Contributo De Fazzalari, E Finaliza Com A Reconstrução Dogmática Do Objeto Processo Penal, Em Que O Autor Demonstra A Inadequação Do Termo Pretensão Punitiva E Expõe Sua Proposta De Pretensão Acusatória . Tudo Isso A Partir De Uma Perspectiva Constitucional E Convencional, Enriquecida Pela Análise Interdisciplinar (consciência Da Falência Do Monólogo Científico). Enfim, Uma Obra Sobre Fundamentos , Mas Que Se Situa No Campo Da Crítica E Da Recusa, Buscando Requestionar As Certezas Do Sentido Comum.?