O Genocídio, Uma Das Mais Terríveis Manifestações De Violência Sistemática, Não É Apenas Um Eco Do Passado, Mas Uma Preocupação Urgente Para O Presente E O Futuro. Ao Longo Do Século Xx, Milhões De Vidas Foram Ceifadas Em Nome De Ideologias Brutais. O Holocausto, Perpetrado Pelo Regime Nazista, Resultou Na Morte De Aproximadamente 6 Milhões De Judeus, Além De Outras Vítimas Como Ciganos, Homossexuais E Dissidentes Políticos. Este Genocídio Não É Um Evento Isolado, É Um Padrão Que Se Repete Com Uma Frequência Alarmante. Em Ruanda, Em 1994, Cerca De 800 Mil Tutsis Foram Mortos Em Um Período De Apenas 100 Dias. O Reconhecimento E A Memória Desses Eventos São Essenciais Não Apenas Para Honrar As Vítimas, Mas Para Evitar A Repetição De Tais Atrocidades. As Políticas De Intolerância E Discurso De Ódio Têm Um Impacto Devastador E São Frequentemente Os Precursores De Genocídios. Em Myanmar, A Perseguição E O Massacre De Rohingyas, Resultando Na Morte De Mais De 10 Mil Pessoas E No Deslocamento Forçado De Cerca De 740 Mil, Exemplificam Como A Desumanização E A Exclusão Social Podem Evoluir Para Crimes Contra A Humanidade. Reafirmar A Importância Da Inclusão E Do Reconhecimento Das Identidades De Grupos Marginalizados É Vital Para Prevenir O Negacionismo E Enfrentar As Práticas Genocidas Em Sua Raiz.