Vislumbramos, Ao Ler “noites Brancas”, A Imagem De Dostoiévski Na Mocidade, Em Seus Tempos De Inocência, Enquanto “o Eterno Marido” Permite Que Entrevejamos A Sua Fase Madura, Tão Realista Que Nem A Mínima Ilusão, Nem A Menor Utopia, Seriam Possíveis Nela.