Durante Dois Anos O Jornalista E Escritor Alexandre Augusto Fotografou O Cotidiano De Trabalhadoras Da Chapada Diamantina, Região Do Interior Da Bahia, No Brasil, Que Ganham A Vida Quebrando Blocos De Pedras. O Resultado Surpreendeu: Mesmo Diante Da Aridez Da Paisagem E Da Aspereza Do Trabalho, As Mulheres De Pedra Conseguem Equilibrar Força E Delicadeza, Como Ressalta Roberto Pompeu De Toledo, Que Assina O Prefácio Do Livro - "eloquente É O Detalhe Do Esmalte Nas Unhas Das Trabalhadoras. Uma Das Fotos Mostra A Mulher De Costas, O Braço Direito Levantado, A Talhadeira Na Mão, Prestes A Dar O Golpe - E Faz Vislumbrar A Unha Do Polegar Pintada De Vermelho. O Esmalte Trabalha Contra A Lógica Da Pedra, Da Dureza E Da Pobreza, E Berra Aos Céus Que Se Trata De Mulheres”. Depois De Duas Exposições Com Grande Público E Repercussão No Brasil - Na Unibes Cultural, Em São Paulo, E No Teatro Gregório De Matos, Em Salvador - Mulheres De Pedra Toma Forma De Livro E Novamente Nos Convida A Um Mergulho Na Grandeza Do Feminino.