São Ainda Pouco Numerosas As Discussões Acadêmicas, Em Língua Portuguesa, Acerca Do Rock Anglo-americano A Re?exão Crítica Sobre O Tema Parece Permanecer Restrita Ao Mundo Anglófono. Causa Particular Inquietação O Fato De Que Muito Se Produz Sobre O Tema No Universo Das Revistas De Curiosidades E Dos Livros Biográ?cos, E Que O Senso Comum E A Super?cialidade Inerentes A Esse Tipo De Produção Tenham Ocupado Parte Expressiva Da Incipiente Produção Acadêmica Que Se Debruça Sobre O Rock. Isso É Sensível, Nunca É Demais Dizê-lo, Na Confusão Entre Ele E O Rock N Roll Cujas Fronteiras São Já Consensuais Na Bibliogra?a Especializada, Mas Ainda Ignoradas No Pensamento Lusófono E Na Acomodação Do Rock Enquanto Um Gênero Musical Categorização Que Sua Heterogeneidade Formal Rejeita De Modo Peremptório. É Justamente Essa Lacuna Crítica Que O Grupo De Estudos Culturais (gecu) Da Unesp De Franca Tem Se Dedicado A Preencher Por Meio De Um Trabalho Empreendido Há Mais De Uma Década, Por Meio Da Organização De Palestras E Congressos, Nacionais E Internacionais, Da Organização De Livros, Da Publicação De Artigos Cientí?cos, E Da Formação De Mestres E Doutores. A Esses Esforços, Vem Unir-se O Presente Volume, Terceiro De Uma Série Iniciada Em 2018. Com Vistas A Estabelecer Um Diálogo Entre A Produção Nacional E Algumas Das Mais Importantes Linhas De Pesquisa Sobre A Temática Nos Estados Unidos E Na Inglaterra, Foram Convidados A Integrar A Coletânea Pesquisadores Estrangeiros Reconhecidos Mundialmente Por Sua Contribuição Ao Debate.