Ser Mulher, Independente, Jornalista E Sem Disposição Para Viver Um Amor Medíocre É O Ponto De Partida Do Novo Livro De Andréa Perdigão. Mais Do Que Refletir Sobre O Tema, Ela Mostra A História De Cíntia, Que, Ao Se Aproximar Dos 40 Anos, Desesperançosa De Viver Um Romance, Cria Um Projeto Íntimo De Acostumar-se Com Pouco E Encontrar Prazer Nas Pequenas Coisas Do Cotidiano. Isso Até Conhecer Caio, Um Homem Recém-separado Por Quem Cíntia, Desde O Primeiro Momento, Teme Se Apaixonar. Enquanto Lida Com Os Medos E Os Desejos De Viver O Amor, Envolve-se Com Suas Reportagens E Percebe Que, À Medida Que As Matérias São Publicadas, Seus Entrevistados Sofrem Sérios Reveses Que Os Obrigam A Mudar De Planos, O Que Acaba Levando A Jornalista A Reconsiderar Seus Próprios Caminhos. Narrada Do Ponto De Vista Feminino, O Livro Traz A Questão De Uma Mulher Atual E Inquieta Que Experimenta Viver Uma Paixão, Sabendo Do Risco De Se Frustrar E Encarando Os Receios De Se Arrepender. A Partir Do Momento Em Que Tudo Se Torna Passado, É Sempre Fácil Explicar, Culpar Ou Encontrar Sentido. Mas É No Tempo Presente Que Cintia Faz As Suas Escolhas, Equilibrandose Entre O Desejo E A Incerteza, Entre Aquilo Que Pode Tomar Nas Próprias Mãos E Os Acontecimentos Sobre Os Quais Ela Não Pode Ter Controle. O Amor É Meu É Um Livro Que Fala Da Liberdade E Da Coragem De Viver Sentimentos Enquanto Se Busca Jamais Perder O Contato Consigo Mesma.