O Amor (não) É Cego Amplia As Discussões E Provocações Sobre Um Tema Tão Clássico, Histórico, Recorrente E, Aparentemente, Autossuficiente E Suplementado, Mas Ainda Tão Prenhe De Lacunas E Indagações. O Amor É O Seu Assunto Principal E Se Configura Atravessado E Circunstanciado Por Temas Como Desamor, Autoamor, Relações Conjugais E Amorosas, Desejos, Exploração Sexual Etc. As Trilhas Do Amor, Nas Abordagens Multi/inter E Transdisciplinares Deste Livro, São Aptas A Constantes Construções, A Menos Naturalizações E Definições Românticas. Assim, Indubitavelmente, A Experiência Amorosa Figura-se Mais Suscetível Às Reinvenções, Ansiedades E Riscos Inevitáveis, Bem Como Às Negociações E Contestações. As Suas Reflexões Sinalizam Que O Amor, No Tempo Presente E Ou, Quiçá, Em Outros, É Finito, Incerto, Impenetrável E Fluído E, Igualmente À Vida, É Passível Às Rupturas, (des) Encontros, Reencontros, Separações E (des) Afetos.