Tido Pela Revista Time Como Um Dos 100 Melhores Livros De Literatura Fantástica De Todos Os Tempos, O Bebedor De Vinho De Palma E Seu Finado Fazedor De Vinho Na Cidade Dos Mortos, Do Escritor Nigeriano Amos Tutuola, É Considerada A Obra Seminal Da Literatura Moderna Africana. Profundamente Enraizado Na Tradição Oral Iorubá, O Romance Leva O Leitor Por Uma Jornada Plena De Maravilhamento E Mágica, Na Qual O Personagem Caminha De Mata Em Mata, Parando Em Vilarejos E Às Margens De Rios, Onde Encontra Todo Tipo De Obstáculos E Criaturas. Nesse Périplo, Um Herói Sem Nome Leva Uma Vida De Ócio E Devaneio Bebendo Vinho De Palma, Uma Bebida Alcóolica Fermentada A Partir Da Seiva De Várias Espécies De Palmeira, Cercado De Amigos Igualmente Bebedores. Até Que Seu Fazedor De Vinho, O Único Que Exerce Bem O Ofício Na Região, Morre Numa Queda. Isso Obriga O Herói A Ir Buscá-lo Na Cidade Dos Mortos. Tal Um Macunaíma, Nessa Jornada Plena De Maravilhamento E Mágica, Ele Encontra Todo Tipo De Obstáculo E De Criatura, Sobrenaturais E Aterrorizadoras, Das Quais Tentará Se Livrar Com A Ajuda De Jujus, Objetos Mágicos Que Lhe Conferem Poderes Especiais. Considerada Hoje Como A Obra Seminal Da Literatura Moderna Africana, Que Conquistou Escritores Como T. S. Eliot, Dylan Thomas, Chinua Achebe, Raymond Queneau E Wole Soyinka, O Livro Do Nigeriano Amos Tutuola (1920-1997) É Um Trabalho Literário Sofisticado Que Transforma A Oralidade Dos Contos E A Cosmogonia Iorubá Em Material Artístico.