O Brilho De Mil Horizontes É A Luz De Um Pequeno Vagalume Em Meio À Escuridão. Em Um Momento Embrutecido, Que Deixa Muitos De Nós Desnorteados, Em Que Nos Faltam Palavras Para Expressar O Que Sentimos, A Singela E Delicada Luminosidade Que Emana Do Texto Tem Um Valor Inestimável. Jean E Sônia Nos Fazem Um Convite: Olharmos Fundo A Dor De Nossas Almas. Compartilham Suas Cartas Trocadas E Nos Provocam A Refletir E A Imaginar (outras) Possibilidades. Mundos Possíveis. Desejados. Caso Aceite O Convite E Adentre Ao Espaço Íntimo Criado Pelo Autor E Pela Autora, Se Deixe Embalar Pelas Pausas, Pelos Silêncios, Pelo Que Não É Dito E, Assim, Ser Conduzido Por Um Imprevisível Fluxo – Que Emerge Não Apenas Da Conversa Deles Sobre Linguagem, Corpo E Estética, Mas Que Vai Se Criar Em Você. Se Em Algum Momento Seus Olhos Se Desprenderem Da Leitura E Você Respirar Profundamente, Apenas Siga O Vagalume.
- Sérgio De Azevedo
professor Da Escola De Teatro Da Fundação Das Artes De São Caetano Do Sul