A Obra O Estado Latino-americano – Teoria E História É Uma Discussão Sobre As Diferentes Formas Assumidas Pelo Estado Ao Longo Do Desenvolvimento Do Capitalismo Na Região. Leonardo Granato Retoma O Debate Teórico-conceitual, Partindo De Autores Clássicos Da Teoria Política De Estado Moderno Capitalista E Autores Da Perspectiva Crítica, Da Segunda Metade Do Século Xx, Além Dos Clássicos Do Marxismo, Como Marx, Engels E Lenin. Granato Avança, Ainda, Na Perspectiva Latino-americana Com O Levantamento Bibliográfico Dos Principais Autores Críticos Que Estudam As Condições Concretas De Formação E Desenvolvimento Do Estado Na América Latina.
de Acordo Com O Leonardo, A Obra Problematiza “a Noção Liberal De Estado Neutro E Impessoal, Que O Concebe Como Arcabouço Institucional Com Funções De Caráter Universal Orientadas Ao Bem Comum, Assim Como Chama A Atenção Para Um Certo Reducionismo Presente Nas Concepções Do Marxismo Clássico Sobre O Assunto”. Para O Professor Da Universidade Autônoma Do México (unam), Lucio Oliver, A Obra Enriquece O Debate Ao Trazer “quatro Autores Nos Quais Granato Aprofunda Em Suas Contribuições Para A Expansão Da Teoria Histórica Crítica Do Estado, Tanto Na Europa Quanto Na América Latina: Nicos Poulantzas, Tilman Evers, René Zavaleta E Agustín Cueva”.
a Obra É Uma Referência Para Estudantes, Pesquisadores/as, E Militantes Sociais Que Necessitam Desse Mapeamento Do Debate Crítico Sobre O Estado Na Região, E De Toda Uma Literatura Nem Sempre Conhecida No Brasil.