No Período Posterior À Segunda Guerra Mundial, Com O Advento Da Guerra Fria, A Construção Do Muro De Berlim E A Explosão Da Bomba De Hidrogênio, Jung Encontrou-se Mais Uma Vez Confrontado Com “um Tempo Dilacerado Pelas Imagens Apocalípticas De Uma Destruição Planetária”, Como Se Encontrara Quando Compôs O Liber Novus Durante A Primeira Guerra Mundial. Articulando Ali Um Elo Direto Entre O Que Ocorria No Indivíduo E Na Sociedade Em Geral, Ele Argumentou Que A Única Solução Para Os Acontecimentos Aparentemente Catastróficos No Mundo Era O Indivíduo Entrar Em Seu Interior E Resolver Os Aspectos Individuais Do Conflito Coletivo.