Uma Situação De Vida Torna-se Um Koan Quando Chacoalhou Você De Sua Maneira De Pensar Linear Usual, Para Fora Da Modalidade Dualista Observador/observado, Que Estamos Tão Condicionados A Usar. Torna-se Prática De Koan Quando Você Não Mais Pensa Sobre A Situação, Mas, Em Vez Disso, Fecha A Lacuna Entre Sujeito E Objeto, Entre Você E O Que Você Está Enfrentando.
os Koans Apresentados Aqui São Situações Da Vida Real, Enviadas Por Praticantes Comuns De Quatro Países Diferentes. Eles Dizem Respeito Ao Amor, A Cuidar De Família (especialmente De Crianças Pequenas), A Relacionamentos Com Amigos E Vizinhos, À Agitação Do Trabalho, A Conexões Entre Homens E Mulheres, Cuidados A Velhos Ou Doentes E A Preparar-se Para A Morte.
em Vez De Contemplar As Circunstâncias De Sua Vida, Você Mergulha No Próprio Som, Cheiro, Sabor E Sensação Dela, Permanecendo Com Isso Diante Da Tentação De Recuar Para A Zona Mais Segura Da Observação E Do Comentário. Histórias E Sentimentos Provavelmente Rodopiarão No Começo, Como Costuma Acontecer Quando Começamos A Meditar Pela Primeira Vez, Mas Com O Tempo, Paciência E Firmeza, Surge Um Tipo Diferente De Realização, Que Brota Da Própria Medula Das Coisas E Não Da Mente Superficial.
abordar As Situações Como Koans Exige Que Alinhemos Nossa Vida Subjetiva, Incluindo Todos Os Apegos E Distorções, Com A Vida Como Ela É, Desdobrando-se O Tempo Todo. Uma Lacuna Está Implícita Aqui, Ao Mergulhar Nessa Brecha, Entramos Em Contato Visceral Com A Impermanência, O Carma, O Não-eu, E A Interdependência De Toda A Vida.