Um Título Que Brilha Com Luz Própria Entre Os Poucos Estudos Internacionais Sobre A Escrita No Século Xxi. Não Apenas Por Suas Reflexões Afiadas Sobre Espaços Emblemáticos E Onipresentes, Como A Oficina Literária Ou O Twitter, Mas Também Por Sua Capacidade De Tecer Uma Teia De Aranha Entre Autores Que São Menos Distantes Do Que Poderiam Parecer À Primeira Vista. Jorge Carrión Entre O Plágio E A Criação, A Expropriação E A Reescrita De Textos Existentes, A Escrita Do Século Xxi Deixou De Ser O Espaço Da Introspecção Autoral Para Se Converter Numa Experiência Comunitária Contemporânea. Uma Provocativa Reflexão A Favor Da Literatura Como Atividade Solidária A Partir De Uma Experimentação Que Não Exclui Os Meios Da Atualidade, Como Oficinas, Slams E A Internet.