A Vida Média Do Ser Humano É Ridiculamente Curta: Se Você Chegar Aos 80 Anos, Terá Vivido Cerca De 4 Mil Semanas. Se Tem 40 Anos, Restam Apenas 2 Mil. Para Oliver Burkeman, Confrontar A Nossa Finitude E O Pouco Controle Que Temos Sobre Ela É A Chave Para Uma Vida Prazerosa E Significativa. Selecionado Como O Livro Do Ano Pelo Financial Times, Guardian E Observer. Vivemos Numa Era De Demandas Impossíveis, Escolhas Infinitas, Distrações Implacáveis E Crises Globais. E A Maioria Dos Conselhos Sobre Produtividade, Assim Como Outras Mensagens Modernas Sobre O Tempo, Só Piora As Coisas. A Busca Por Uma Ilusória Negação De Limites Nos Deixa Mais Ocupados, Distraídos E Isolados Uns Dos Outros Ao Mesmo Tempo Em Que Adiamos As Partes Verdadeiramente Importantes Da Vida Para Algum Lugar No Futuro, Que Parece Nunca Chegar. Quatro Mil Semanas É Uma Reflexão Inspiradora E Realista Sobre O Caminho Alternativo De Abraçar Seus Limites: Voltar À Realidade, Desafiando As Pressões Culturais Para Tentar O Impossível E, Em Vez Disso, Começar Com O Que É Possível. É Sobre Fazer O Que É Realmente Significativo Em Nosso Trabalho E Em Nossas Vidas, No Entendimento Claro De Que Não Haverá Tempo Para Tudo, E Que Nunca Eliminaremos As Incertezas. Burkeman Discute Por Que O Desafio Central Da Gestão Do Tempo Não É Se Tornar Mais Eficiente, Mas Decidir O Que Negligenciar, Por Que, Em Um Mundo Acelerado, A Paciência Deixar As Coisas Levarem O Tempo Que Levam É Um Superpoder, E Por Que, Em Condições De Escolhas Ilimitadas, Preferimos Fechar As Portas A Manter As Opções Em Aberto. Ele Reflete Também Sobre Como Resistir À Sedutora Atração Das Indústrias Que Prometem Facilitar Nossa Vida, Quando, Na Verdade, A Pioram, Como Redescobrir Os Benefícios De Rituais Comunitários, Por Que É Tão Difícil Estar Aqui E Agora , Entre Outros. É Um Livro Que Nos Faz Enxergar A Importância De Reconsiderar Nossa Relação Com O Tempo E Construir Vidas Que Façam Justiça À Ultrajante Brevidade E Às Maravilhosas Possibilidades De Nossas 4 Mil Semanas. Um Livro Admiravelmente Honesto. Uma Avaliação Crucial Sobre As Absurdas Suposições De Nossa Cultura Em Relação Ao Trabalho, À Produtividade E À Vida Significativa. Mark Manson, Autor De A Sutil Arte De Ligar O F*da-se Um Livro Divertido, Perspicaz E Profundo, Com O Qual Vale A Pena Gastar Seu Tempo Extremamente Limitado. The Wall Street Journal