| Propriedade | Especificação |
|---|
| Código da Certificação ANVISA | Não se aplica |
|---|---|
| Código da Certificação MAPA | Não se aplica |
| Código da Certificação INMETRO | Não se aplica |
| Código da Homologação | Não se aplica |
É o segundo volume da obra de Max Gallo, iniciada com "O Povo e o Rei". Este conjunto mostra uma diferente versão do maior acontecimento da Idade Moderna.
Às Armas, Cidadãos! inicia num momento crucial da história:
O perigo está em toda parte, tanto nas fronteiras como dentro do país. Por quase nada, as pessoas se tornam suspeitas de traição à Pátria. A guilhotina, navalha nacional, ameaça a todos. O terror está na ordem do dia.
O povo, por sua vez, passa fome. De tanto jorrar, o sangue se torna um rio que carrega a todos em seu furor.
Marat, Danton, Robespierre, Montanheses, Jacobinos, Girondinos, enfim, todas as variadas tendências, uns mais à esquerda, outros à direita, são sucessivamente aclamados, odiados, reabilitados, decapitados.
Em 1795, o Diretório finalmente proclama o tempo da concórdia, e todos começam a sonhar com uma reconciliação. Mas os dirigentes corrompidos desviam as riquezas, se refestelam no luxo. E o povo volta a reclamar.
Enquanto isso, se destaca um jovem general aureolado pela glória conquistada na Itália e no Egito. Ele promete o retorno à ordem. No golpe de Estado de 18 Brumário, ele toma o poder. E declara que a Revolução acabou. Seu nome é Napoleão Bonaparte .