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Sujeitos De Verdade

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Neste Livro, O Autor Centra-se Na Leitura Do Último Tempo Do Percurso De Foucault Para Pensar Nas Relações De Seu Discurso Teórico Com A Psicanálise, Em Que Se Problematizou O Registro Da Ética Nas Suas Conjunções Fundamentais Com Os Registros Do Saber (arqueologia) E Do Poder (genealogia), Para Enunciar Assim A Nova Problemática Da Estilística E Da Estética Da Existência. nesta Perspectiva, O Que Está Em Pauta É A Formulação Da Categoria Do Sujeito No Plural E Não No Singular, Como Se Formulava Na Tradição Da Filosofia Do Sujeito Desde O Século Xvii, Que Se Enuncia De Forma Eloquente Desde O Título Escolhido, Sujeitos De Verdade. Assim Delineado, O Sujeito Seria Concebido Na Tensão E No Conflito Permanente Estabelecidos Entre Os Campos Do Poder E Da Resistência, Que Se Renovam E Se Reconfiguram De Maneira Infinita, No Diapasão Tecido De Forma Inequívoca Entre A Necessidade E A Contingência. dessa Maneira, A Categoria De Parresía Como Dizer Verdadeiro, Enunciada Na Antiguidade, Foi Alçada À Condição Fundamental Para Delinear O Campo Ético Do Sujeito, Na Sua Articulação Crucial Com O Registro Do Poder. O Trabalho De Si Foi Assim Destacado Como Sendo A Marca Decisiva Do Sujeito, Como Forma De Subjetivação. joel Birman ___________________________ se Lacan Foi Um Dos Poucos Autores Da História Da Psicanálise Que Depois De Freud Retomou Aquilo Que A Antiga Tradição Da Epiméleia Heautoû Introduzia De Inquietante, A Saber, A Questão Da Transformação Do Sujeito Na Experiência Com A Verdade, A Pergunta De Foucault, Que Ele Deixou Aberta E Que Permanece Não Resolvida Em Toda A Sua Obra, Foi A Seguinte: É Possível, Nos Termos Próprios Da Psicanálise, Colocar A Questão Das Relações Do Sujeito Com A Verdade, Do Ponto De Vista Da Espiritualidade E Do Cuidado De Si? ora, Se Como Condição De Acesso À Verdade É Preciso Que O Sujeito Se Modifique, Se Transforme, Se Torne, Em Certa Medida E Até Certo Ponto, Outro Que Não Ele Mesmo, Interrogamo-nos De Que Maneira Esse, Por Assim Dizer, Devir Outro Do Sujeito, Quando Se Constitui Pela Forma Do Saber Analítico E Se Desdobra Por Uma Estrutura De Pertencimento Institucional, Não Se Configura Muito Mais Como Esquecimento Da Questão, Do Que Propriamente Como Experiência De Abertura Para A Alteridade Do Sujeito, E Isso Na Medida Em Que A Verdade Se Manifesta Na Espessura Da Própria Vida E Existência.