A Origem Das Espécies,2 Charles Darwin Propôs Que A Seleção Natural Era A Força Motriz Da Especiação* E Da Evolução. A Evolução Darwiniana É Uma Força De Mudança Contínua Um Acúmulo Lento E Incessante Dos Traços Mais Aptos Ao Longo De Vastos Períodos. Por Outro Lado, O Equilíbrio Pontuado Sugere Que A Evolução Ocorre Como Uma Série De Explosões De Mudanças Evolutivas. Essas Explosões Geralmente Ocorrem Em Resposta A Um Desencadeamento Ambiental E São Separadas Por Períodos De Equilíbrio Evolutivo. A Razão Pela Qual Essa Ideia É Tão Convincente É O Seu Paralelo No Mundo Dos Negócios: Hoje Estamos Vendo Uma Explosão De Mudança Evolucionária Uma Extinção Em Massa Entre Empresas E Uma Especiação Em Massa De Novas Categorias De Empresas. O Alcance E O Impacto Dessa Mudança E A Evolução Necessária Para A Sobrevivência Das Empresas São O Foco Deste Livro. Segundo A Seleção Natural Darwiniana, Os Organismos Se Transformam Gradualmente De Uma Espécie Para Outra. As Espécies Passam Por Formas Intermediárias Entre O Ancestral E O Descendente. Assim, Todas As Formas Devem Persistir No Registro Fóssil. Os Biólogos Evolucionários Como Darwin Dependiam Fortemente Dos Fósseis Para Compreender A História Da Vida. O Registro Fóssil De Nosso Planeta, No Entanto, Não Mostra A Mesma Continuidade De Forma Assumida Pela Seleção Natural. Darwin Atribuiu Essa Descontinuidade A Um Registro Fóssil Incompleto: Os Organismos Mortos Devem Ser Enterrados Rapidamente Para Fossilizar, E, Mesmo Assim, Os Fósseis Podem Ser Destruídos Por Processos Geológicos Ou Intempéries. Essa Premissa Central Da Origem Tem Sido Muito Debatida E Amplamente Criticada Desde Sua Publicação, Em 1859. Mas Nenhum Crítico Forneceu Uma Alternativa Viável Que Pudesse Explicar O Registro Fóssil Disperso.