Publicado Como Forma De Relembrar Os 60 Anos Do Golpe Militar Que Deu Início À Ditadura Que Durou 21 Anos E Deixou Marcas Que Ainda Persistem Entre Nós, E Dos 45 Anos Da Lei Da Anistia, Sancionada Após Ampla Mobilização Social, Ainda Durante A Ditadura Militar, Pelo Então Presidente João Batista Figueiredo, Um Novo Tempo Traz Relatos Fundamentais Para Lembrar E Relembrar O Que Aconteceu Entre 1964 E 2023, O Que A Ditadura Destruiu E Ainda Continua Tentando. As Lembranças Dos Tempos De Luta Permanecem E Reafirmam A Importância Da Democracia E Do Estado De Direito, Sobretudo Nos Dias Atuais. Dividido Em Três Seções (a Esperança Equilibrista, Choram Marias E Clarisses E Não Há De Ser Inutilmente), A Primeira Traz Uma Seleção De Textos Publicados No Livro Sobrevivi Para Contar, De 1999, Data Em Que Se Comemorava Os 20 Anos Da Anistia, E Que Aborda A Relevância Dos Textos Ainda Hoje E A Importância Dos Relatos De Pessoas Que Tiveram Suas Vidas Transformadas Pela Ditadura, Um Testemunho Deste Momento. A Segunda Seção Reúne Textos Produzidos Por Conta Dos 50 Anos Do Golpe, Em 2014, Que Nunca Foram Publicados E Agora Estão Disponíveis Para O Público. Já No Terceiro Bloco Foram Contempladas Análises E Olhares Históricos Desses 60 Anos Do Golpe E Dos 45 Anos Da Anistia. Como Afirmam Os Organizadores, A Obra, Mais Do Que Uma Denúncia, É Um Instrumento De Conscientização Para Os Mais Jovens Que Não Viveram Este Período Sombrio De Nossa História, Onde Milhares De Cidadãos Foram Perseguidos, Torturados E Mortos .