Neuras, Traumas, Obsessões, Medos E Amor Desmesurado São Os Ingredientes Desse Livro Hilariante Sobre Uma Filha Que Vai Virar Mãe.
aos Trinta E Cinco Anos, Karine Faz Roteiros Para Prêmios Como “você Faz A Diferença No Setor Têxtil” Ou “prêmio Nacional De Saúde Bucal”. O Emprego Que Não A Satisfaz Intelectualmente — Seu Sonho É Escrever Para O Cinema — Permitiu Ao Menos Que Ela Saísse De Seu Bairro Natal, O Belenzinho. Sua Obsessão Com Sucesso Financeiro É O Caminho Mais Curto Que Encontrou Na Tentativa Desesperada De Se Afastar Da Vida Tacanha E Neurótica De Sua Família.
“você Nunca Mais Vai Ficar Sozinha” É A Frase Que Ela Ouve De Sua Mãe Quando Conta Que Está Grávida De Uma Menina. Hipocondríaca, Ela Cumpre Com Rigor A Rotina De Exames Pré-natais. Em Intermináveis Conversas Com Sua Enfermeira Predileta, Karine Rememora Episódios Da Turbulenta Relação Com A Mãe, Maldiz As Agruras Da Gestação E Antecipa O Amor E Os Medos Da Maternidade.
O Novo Livro De Tati Bernardi Tem A Química Explosiva Que Só Ela Sabe Produzir: Altas Doses De Humor, Neurose E Cinismo, Costuradas Numa Prosa Ágil E Inteligente Que Confere Humanidade E Empatia Aos Personagens Mais Improváveis. Neste Romance Intenso E Hilariante, A Ideia Do Fim Da Solidão Que O Nascimento De Uma Filha Pode Trazer Parece Ser Ao Mesmo Tempo Um Bálsamo E Uma Danação. “uma Escritora Impetuosa E Original […], Adepta Da Mais Drástica Intensidade Narrativa, Como Uma Roteirista De Telenovelas Que Fosse Em Segredo Discípula, Sei Lá, De Kierkegaard.” — Otavio Frias Filho